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NOTÍCIAS :: Intoxicação alimentar

10/04/2015 11:00:00
Fonte: abcfarma

Notícias portal G1:

'Não houve um alinhamento com o presidente', diz Teich sobre saída do Ministério da Saúde
Em entrevista exclusiva à GloboNews, ex-ministro afirmou que não anteciparia a decisão de liberar cloroquina a pacientes leves de Covid-19. O ex-ministro da Saúde Nelson Teich disse, em entrevista exclusiva à GloboNews neste domingo (24), que sua saída do cargo menos de um mês depois de ter assumido a pasta ocorreu por causa de um “desalinhamento” com o presidente Jair Bolsonaro e que a antecipação do uso da cloroquina e da hidroxicloroquina em pacientes leves de Covid-19 pesou em sua decisão. Os remédios são defendidos por Bolsonaro, mas não têm comprovação de eficácia no combate à doença. “Não houve um alinhamento com o presidente, e é ele que define, ele é o chefe da nação. Ele me colocou ali. Se por um algum motivo não existe um alinhamento, eu tenho que sair, porque ele é o presidente. Ele que foi eleito, ele coloca isso, ele que define tudo. E é justo, a posição dele é esta. Ele tem direito de fazer isso”, afirmou o ex-ministro. “O que a gente tem que entender é o seguinte: desalinhamento não significa conflito, porque a gente mistura as coisas. Desalinhamento é: você tem uma linha de pensamento. Então, por exemplo, em relação a remédio. Eu não anteciparia a decisão (de liberar o uso de cloroquina em pacientes leves de Covid-19). Eu esperaria o laudo, o resultado clínico do estudo randomizado. Ele achou que era melhor antecipar, é uma escolha. Só que como a posição é distinta, eu tenho que sair.” Veja a seguir os principais trechos da entrevista: 'Não houve alinhamento com o presidente, disse Teich sobre o motivo de sua saída 'Decisão de antecipar uso da cloroquina teve peso' ‘Decisão de antecipar uso da cloroquina teve peso’, disse Teich 'Ter divergência não é ter conflito, por isso que a saída foi confortável' 'Ter divergência não é ter conflito, por isso que a saída foi confortável', diz Teich 'Jamais me arrependi de ter aceitado ser ministro da Saúde' ‘Jamais me arrependi de ter aceitado ser ministro da Saúde’, diz Teich 'Decisão de flexibilizar isolamento é das cidades' ‘Decisão de flexibilizar isolamento é das cidades’, diz Teich 'Tem que ter uma regra para decidir quais são os serviços essenciais' 'Ter divergência não é ter conflito, por isso que a saída foi confortável', diz Teich 'Enquanto estive no ministério, compaixão era a palavra-chave' ‘Enquanto estive no ministério, compaixão era a palavra-chave’, disse Teich 'Não se pode ter pré-julgamento porque ele (Eduardo Pazuello) é militar' ‘Não se pode ter pré-julgamento porque ele é militar’, diz Teich sobre Pazuello Initial plugin text
Brasil tem 22.666 mortes e 363 mil confirmações de infecção pelo novo coronavírus, diz ministério

Balanço atualizado do Ministério da Saúde foi divulgado neste domingo (24). Mortes por coronavírus no Brasil G1 O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (24) o mais recente balanço de casos e mortes causadas pelo novo coronavírus. Os principais dados são: 22.666 mortes, eram 22.013 no sábado (23) Foram 653 registros de morte incluídos no balanço em 24 horas 363.211 casos confirmados Foram 15.813 novos casos incluídos no balanço em 24 horas 149.911 pacientes recuperados (41,3%) Casos de coronavírus no Brasil G1 Na sexta-feira (22), o Brasil ultrapassou a Rússia e se tornou o segundo país do mundo com mais casos confirmados de coronavírus, atrás somente dos Estados Unidos. Veja os sete países com mais confirmações de Covid-19: Estados Unidos: 1,6 milhão de casos, 97 mil mortes Brasil: 363 mil casos, 22 mil mortes Rússia: 344 mil casos, 3,5 mil mortes Reino Unido: 260 mil casos, 36,8 mil mortes Espanha: 235 mil casos, 28,7 mil mortes Itália: 229 mil casos, 32,7 mil mortes França: 182 mil casos, 28,3 mil mortes Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Initial plugin text
Casos de coronavírus e número de mortes no Brasil em 24 de maio
As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 365.213 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 22.746 mortes. Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (24), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 22.746 mortes provocadas pela Covid-19 e 365.213 casos confirmados da doença em todo o país. O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (24) informa 22.666 mortos e 363.211 casos. O Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás dos Estados Unidos. Consulte aqui quantos casos e mortes há em sua cidade. Das 20 cidades com maior mortalidade, 15 estão no Norte e cinco no Nordeste. Veja gráficos: Taxa de ocupação de leitos de UTI Acre – 23,3% em todo o estado em 28/4 Alagoas – 69% em todo o estado da rede pública e contratualizados em 23/5 Amapá – 100% em todo o estado em 18/5 Amazonas – 79% em todo o estado em 19/5 Bahia – 53% em todo o estado em 17/5 Ceará – 89% em todo o estado em 17/5 Espírito Santo - 72,29% em todo o estado em 22/5 Maranhão – 94,31% na capital em 17/5 Mato Grosso – 12,20% em todo o estado em 20/5 Mato Grosso do Sul – 1,4% em todo o estado em 22/5 Minas Gerais – 59% em todo o estado em 5/5 Pará – 81,16% em todo o estado em 17/5 Paraíba – 65% em todo o estado em 17/5 Paraná – 40% em todo o estado em 22/5 Piauí - 50,20% em todo o estado em 17/5 Pernambuco –52,20% em todo o estado em 7/5 Rio de Janeiro – 86% em todo o estado em 24/5 Rio Grande do Norte – 86% do sistema público em todo o estado em 17/5 Rio Grande do Sul – 73,20% em todo o estado em 17/5 Rondônia – 31,60% em todo o estado em 11/05 Santa Catarina – 61,07% do sistema público em todo o estado em 22/5 São Paulo – 75,70% em todo o estado em 24/5 Sergipe – 56,30% do sistema público em todo o estado em 13/5 Tocantins – 35% dos leitos ocupados em 8/5 Distrito Federal, Goiás e Roraima não divulgaram a taxa de ocupação. Testes feitos pelos estados Número de testes de coronavírus feitos pelos estados Paraíba, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul não divulgaram o número de testes. Pacientes recuperados Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados Goiás e São Paulo não divulgaram o número de pacientes recuperados.
Aproveitando o confinamento para falar de sexo

Em evento virtual, médica e donos de empresas de brinquedos eróticos lamentam o tabu que envolve a sexualidade madura A vantagem do mundo virtual é ter podido participar de um seminário sobre longevidade em Londres. O encontro, chamado “Longevity Leaders”, ocorreu de 19 a 22 de maio, apoiado num tripé de discussões relacionadas ao envelhecimento: ciência, bem-estar e riscos. Sexo inclusive. Esse painel reuniu a médica Louise Newson, que ano passado lançou o livro “Menopause manual” (“Manual da menopausa”), um best-seller na Amazon, e dois representantes da indústria de brinquedos eróticos: Adam Lewis e Samantha Evans. Para a doutora Louise, a pandemia “é uma boa oportunidade para refletir sobre o bem-estar e explorar o próprio corpo, deixando de se envergonhar”. Sexualidade madura: em evento virtual, médica e donos de empresas de brinquedos eróticos lamentaram o tabu que envolve o tema Ri Butov por Pixabay A afirmação vem da constatação da perda de autoestima que as mulheres enfrentam depois da menopausa. “Os sintomas da menopausa são físicos e psicológicos e as mulheres se sentem desconfortáveis com seu corpo. Cerca de 75% apresentam ressecamento vaginal, mas ficam constrangidas de falar sobre o assunto e se retraem, abrindo mão de explorar sua sexualidade. É uma pena, porque esse é um problema que pode ser contornado, evitando que o sexo seja doloroso. A pós-menopausa poderia ser um período libertador”, analisou a médica, acrescentando que as mudanças de humor nessa fase levam muitas pacientes a serem diagnosticadas com depressão: “elas passam a tomar antidepressivos, que afetam negativamente a libido, quando poderiam se beneficiar, com a devida supervisão médica, com a reposição hormonal, já que o tratamento tem que ser personalizado”. Com formação em enfermagem, Samantha Evans é cofundadora da Jo Divine, uma empresa de objetos eróticos, e também escreve sobre como ter mais prazer. Lamenta que os profissionais de saúde não tenham treinamento para orientar seus pacientes e garante que dicas simples podem melhorar a vida íntima das pessoas e que os brinquedos eróticos ajudam a conhecer o corpo: “apesar de vistos como sujos, são testados e seguros. Trazem o sexo de volta para pessoas que tinha desistido dele. E quando me perguntam como são os brinquedos eróticos para idosos, fico perplexa: claro que são os mesmos dos mais jovens, por que seriam diferentes?”. Adam Lewis, criador do Hot Octopus, diz que a forma como a sociedade se relaciona com o tema é cheia de estereótipos: “o sexo não acaba aos 50 ou 60 anos. Os corpos mudam, mas a sexualidade permanece, só que a falta de uma discussão ampla e aberta leva ao desconhecimento e ao preconceito. Nem sempre é possível o homem tomar Viagra ou outra medicação similar, mas há objetos eróticos capazes de manter a ereção”. Os três concordaram que o preconceito resulta inclusive na falta de políticas públicas para os idosos nessa área: “há políticas e campanhas voltadas para adolescentes e mulheres jovens, e um enorme silêncio se abate sobre quem tem mais de 50. Esse grupo acaba ficando exposto a doenças sexualmente transmissíveis”, avaliou Louise Newson.
Argentina prorroga lockdown até 7 de junho e endurece medidas em Buenos Aires

Salto no número de casos de Covid-19 na capital argentina preocupa governo. País registra 445 mortes e mais de 11 mil infectados pelo novo coronavírus. O distrito financeiro de Buenos Aires ficou praticamente vazio na quinta-feira (21) em função da quarentena imposta pelo governo argentino Natacha Pisarenko/AP O governo da Argentina anunciou na noite deste sábado (23) a prorrogação do lockdown em Buenos Aires até o dia 7 de junho e o endurecimento das medidas de restrição na capital do país. Nos últimos dias, houve um salto no número de casos do novo coronavírus na região. O presidente Alberto Fernández disse que o reforçará o controle de tráfego entre a capital e a província de Buenos Aires, que tem a segunda maior concentração de infectados na Argentina. Presidente da Argentina diz que Brasil é um risco para a região Casos de Covid-19 disparam em bairro pobre no coração de Buenos Aires O vilarejo argentino isolado por um churrasco 'fatal' A quarentena, que se encerraria neste domingo (24), está em vigor desde 20 de março, embora as autoridades tenham relaxado as restrições em algumas regiões do país. A Argentina proibiu voos comerciais até 1º de setembro, uma das medidas mais rigorosas do mundo durante a pandemia. O país registrou 704 novas infecções no sábado, um dos maiores aumentos em um único dia. No total, a Argentina já tem 11.353 infectados, principalmente em Buenos Aires, onde bairros pobres da periferia foram duramente atingidos. O número de mortos chegou a 445. O número de mortes e infecções na Argentina ainda está distante de países vizinhos, como o Brasil, que neste sábado passou de 22 mil óbitos e 347 mil casos. Fernández ressaltou que o salto no número de casos foi determinante para a decisão de estender o período de isolamento em Buenos Aires, onde estão 87% dos novos registros no país nas últimas duas semanas. "Estamos fazendo as coisas bem, e agradeço a todos, mas ainda há muito a ser feito", disse o presidente argentino. Coronavírus: casos confirmados aumentam em bairros periféricos da Argentina Initial plugin text
Brasil tem 22.013 mortes e 347.398 mil confirmações de infecção pelo novo coronavírus, diz ministério

Balanço atualizado do Ministério da Saúde foi divulgado neste sábado (23). Mortes por coronavírus no Brasil G1 O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (23) o mais recente balanço de casos e mortes causadas pelo novo coronavírus. Os principais dados são: 22.013 mortes, eram 21.048 na sexta-feira (22) Foram 965 registros de morte incluídos no balanço em 24 horas 347.398 casos confirmados Foram 16.508 novos casos incluídos no balanço em 24 horas 142.587 pacientes recuperados (41,0%) Casos de coronavírus no Brasil G1 Mortes por Covid-19 no Brasil chegam a 22.013 Na sexta-feira (22), o Brasil ultrapassou a Rússia e se tornou o segundo país do mundo com mais casos confirmados de coronavírus, atrás somente dos Estados Unidos. Número de mortes por coronavírus no Brasil chega a 22 mil Veja os sete países com mais confirmações de Covid-19: Estados Unidos: 1,6 milhão de casos, 97 mil mortes Brasil: 347 mil casos, 22 mil mortes Rússia: 335 mil casos, 3,3 mil mortes Reino Unido: 258 mil casos, 36,7 mil mortes Espanha: 235 mil casos, 28,6 mil mortes Itália: 229 mil casos, 32,7 mil mortes França: 182 mil casos, 28,2 mil mortes Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Initial plugin text

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